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Endividamento recorde das famílias. Como você está neste momento econômico?

Atualizado: 23 de jan. de 2021

"Na vida não existem soluções. Existem forças em marcha: deve-se criá-las e as soluções se seguirão." Saint-Exupéry


Neste momento, conforme a estatística que será apresentada, sete em cada dez famílias brasileiras terminaram o mês de julho com os seus orçamentos no vermelho. Nesta semana, a CNC Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo trouxe um dado alarmante da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), que apresenta um endividamento recorde para famílias com até 10 salários mínimos (aproximadamente R$ 10.500), onde o total de endividados atingiu a marca de 67,4% superando a marca de junho que já estava em 67,1%. Neste público estão as pessoas com contas atrasadas e também as que não têm condições de pagar suas dívidas.

O famoso cartão de crédito lidera o ranking das principais dívidas representando 76,2% do total, seguida pelos carnês (prestações) com 17,6%, e financiamento de veículos com 11,3%.

O endividamento é uma das questões mais complicadas para toda e qualquer pessoa lidar, pois quando alguém chega neste cenário, os "amigos" se afastam, os "familiares" fogem e, para agravar ainda mais a situação, embora não assumindo publicamente, grande parte das empresas não empregam pessoas com os nomes negativados. Ou seja, a pessoa endividada precisa de renda para honrar seus compromissos e normalizar sua situação financeira, porém as empresas não o emprega porque está sem honrar seus compromissos. É isso que eu chamo de exclusão social. É importantíssimo nesse momento crítico encarar a situação financeira de forma clara, abrir a questão para a família e arrumar formas de sair dessa crise financeira como, cortar despesas desnecessárias, priorizar gastos, renegociar de forma racional e não emocional, e reduzir o impacto dos juros nas finanças pessoais. Leva tempo? Claro que sim, pois é necessário trilhar agora um novo caminho para se recuperar. Quer trilhar um novo tempo para as suas finanças pessoais, mesmo sabendo que esta jornada levará um tempo para ser conquistada?

Entre em contato com a Fluir! Marque a sua primeira consulta diagnóstica. Ela é gratuita. Certa vez fui perguntado se a Fluir era apenas para quem já tem algum recurso financeiro, ou já é um investidor? De forma nenhuma. O grande objetivo é possibilitar que um maior número de pessoas físicas, e também jurídicas, consigam sair do cenário do endividamento, normalizem suas situações financeiras e se tornem investidores. Tudo isso com sigilo, privacidade e respeito ao seu momento.


Vamos ao nosso resumo da semana:

BOLSA DE VALORES

O Ibovespa fechou na última sexta a 102.912,24 pontos, com uma queda de 2% no dia, porém fechou o mês de julho com uma alta de 8,26%. Na semana, a Bolsa subiu 0,51% e em 2020 o índice segue negativo em 11% até o momento. Nos EUA, mesmo com o susto no PIB, o índice Nasdaq está com uma alta em 2020 de 18%, o Dow Jones está com uma queda de 7,8% e o S&P500 já ficou no zero a zero. Vale uma observação importante para o S&P, pois somente 5 das 500 maiores empresas americanas atingiram um resultado positivo. As outras 495 continuam na rentabilidade negativa em 2020.

A semana que passou deu início à temporada de publicações dos balanços do 2º tri (o temível trimestre pandêmico abril, maio e junho). Nesta semana teremos divulgações de várias empresas como Banco Itaú (ITUB4), Gerdau (GGBR4), Iguatemi (IGTA3), Itaúsa (ITSA4), Klabin (KLBN4), Sanepar (SAPR4) entre outras.

Nos EUA, as empresas de tecnologia Apple, Amazon e Facebook divulgaram seus resultados e suas ações subiram fortemente na semana. Uma dica para investir nessas empresas americanas é pesquisar no seu Banco para poder investir em IVVB11.

DI

No mercado de juros futuros, o DI está projetado para janeiro de 2021 em 1,93% (nova mínima histórica), 3,77% para 2023 e 5,36% para 2025.

DÓLAR

O dólar terminou julho com uma queda de 4,03% e cotado a R$ 5,217. Na semana, a alta acumulada é de 0,22%. No ano, o dólar apresenta uma alta acumulada em 30,04%.

EMPREGO

Os EUA continuam com uma boa recuperação na retomada dos empregos. Em maio já tinham sido criados 2,5 milhões de empregos, e com os dados de junho o país gerou mais 4,8 milhões de vagas.

Já no Brasil, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNAD divulgou uma taxa de 13,1% de pessoas desocupadas, o que representa um total de 12,2 milhões de pessoas sem trabalho. Esses números foram apurados entre os dias 5 a 11 de julho.

FUNDOS IMOBILIÁRIOS

IFIX: o índice de referência dos Fundos de Investimentos Imobiliários fechou em baixa na última sexta-feira de 0,02% a 2.733 pontos. Na semana, o índice fechou em 0,1%, porém continua negativo no ano em 14,52%.

OURO

A cotação do grama do Ouro atingiu o valor de R$ 330,89. Como parâmetro, em 01 de agosto de 2019 o grama estava cotado em R$ 178,39, o que representa uma valorização de 85,49% no período.

PRODUTO INTERNO BRUTO

Foi uma semana recheada de divulgações do PIB pelo mundo. O Brasil ainda não divulgou o seu resultado do 2º tri. Alemanha e Zona do Euro, além dos EUA, registraram as maiores quedas de suas histórias recentes. O PIB americano no segundo trimestre de 2020 sofreu

uma retração anualizada de 32,9%, considerada a pior queda da série histórica iniciada em 1947.

REFORMA TRIBUTÁRIA

Começou mal este tema no Congresso. A alíquota proposta para o Setor de Serviços criado para unificar o PIS/Cofins, já ameaça barrar a continuidade da reforma.


Uma ótima semana para todos!


Fontes: Bullion-Rates; Capital Research; Capitalizo; CNN Business; Dica de Hoje; Faria Lima Elevator; CNC; Nord Research; Suno Research

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